Ouvindo: Goo Goo Dolls - Iris
Fazendo: Photoshopando uma abobora e ajudando o Arturo
Noite passada eu deitei e fui dormir. Rolei na cama como muitas vezes costumo rolar.
De um lado para o outro e então de volta para o começo. Relaxando o corpo e voltando a contrair cada parte de mim em um vai e vem de pensamentos.
Minha mente tem um oceano próprio. Com suas ondas, marolas, tormentos e tempestades que as vezes me trazem... Me levam embora... E quando finalmente caí no sono comecei a sonhar.
Vivia uma outra vida minha que não era esta, com pessoas que hoje em dia simplesmente não estão mais por perto... E era tudo tão normal, quando meu ser anormal pode julgar.
Escolhi em meu sonho algumas dúvidas diferentes... E decisões diferentes...
Como o que vestir num dia de trabalho. O que comer na hora do almoço.
Fiz escolhas que fizeram de mim um alguém que não reconheci e que poderia invejar.
E mesmo agora, acordado, depois desse longo dia e lembrando sem qualquer motivo desse sonho tão esquisito...
Eu me pergunto...
Quantos "eus" estarão vagando em diferentes caminhos. Fazendo as escolhas que eu não escolhi. Vivendo as coisas que eu não vivi. Sendo as coisas que não sou e tomando pra si o que eu deixei passar?
Quase sinto ciumes de mim mesmo por todas as vidas que estou vivendo, em diferentes universos e ao mesmo tempo...
Eu vejo tão claramente... Cada um de mim...
Cada meu eu...
E pensando nisso eu quase sinto medo.
Meu estomago se contrai. Sinto um aperto, uma dor no peito...
Eu não sei ao certo por que.
...Não entendo.
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Escrever...
Ouvindo: Músicas de Chrono Trigger
Lendo: O Jack no msn. Conversando com ele sobre Musashi!
Pensando: Que raios é que eu vou escrever agora?
Sentindo: Vontade de comer um doce...
Quer saber... Vou fazer um toddy...
Acho engraçado. Um tanto quanto irônico!
Pouca gente sabe e pouca gente vai continuar sabendo, afinal, dá pra contar nos dedos o número de pessoas que lê este blog. Mas quando mais novo eu escrevia muito! Escrevia o tempo todo... Escrevia sobre muita coisa...
Eu contava histórias a respeito de sonhos... Descrevia emoções... Fazia poemas tronchos e ridículos... Algumas tentativas de letras de música... Contos... Cronicas...
Escrevia a ponto de me arrepender do que escrevi! Ainda há na internet um blog antigo meu que não consigo apagar por que não possuo mais o login e senha. Muito menos o e-mail com o qual fiz o registro do dito cujo!

E quando eu descobri isso... E li o que tinha escrito...
Manolooooo... A cara que eu fiz de... "Jura que fui eu?"...
Mas não tinha engano... Infelizmente!
Tenho em meus backups mais de 400 textos de minha autoria...
...Um pior que o outro, diga-se de passagem, já que quantidade não quer dizer qualidade.
Mas aí! Cá estou eu... Sentado com minha bunda magrela sobre a tradicional cadeira de madeira... Sem um pingo de inspiração pra falar sobre qualquer coisa senão meus textos antigos.
Um texto sobre textos... Que lindo!
Isso sem contar os cadernos! Todos os manuscritos que estão meio que desaparecendo por causa do antigo costume de só utilizar lápis e lapiseira. Lá se vão as letras esgarranchadas...
Não que minha caligrafia seja feia. Há quem diga que parece letra de mulher, seja lá o que isso quer dizer. Mas o fato é que eu escrevia até dentro do ônibus.
Enfim!
Digo tudo isso apenas pra concluir com...
Caraca, véi... Como é tenso hoje em dia manter a maldita da disciplina de escrever pelo menos uma coisinha sequer todo dia!
Não sei nem o que dizer.
Talvez a minha vontade de contar histórias tenha simplesmente morrido ou coisa do tipo.
Mas... Fazer o que? Desistir é que não vou ne...
Lendo: O Jack no msn. Conversando com ele sobre Musashi!
Pensando: Que raios é que eu vou escrever agora?
Sentindo: Vontade de comer um doce...
Quer saber... Vou fazer um toddy...
Acho engraçado. Um tanto quanto irônico!Pouca gente sabe e pouca gente vai continuar sabendo, afinal, dá pra contar nos dedos o número de pessoas que lê este blog. Mas quando mais novo eu escrevia muito! Escrevia o tempo todo... Escrevia sobre muita coisa...
Eu contava histórias a respeito de sonhos... Descrevia emoções... Fazia poemas tronchos e ridículos... Algumas tentativas de letras de música... Contos... Cronicas...
Escrevia a ponto de me arrepender do que escrevi! Ainda há na internet um blog antigo meu que não consigo apagar por que não possuo mais o login e senha. Muito menos o e-mail com o qual fiz o registro do dito cujo!

E quando eu descobri isso... E li o que tinha escrito...
Manolooooo... A cara que eu fiz de... "Jura que fui eu?"...
Mas não tinha engano... Infelizmente!
Tenho em meus backups mais de 400 textos de minha autoria...
...Um pior que o outro, diga-se de passagem, já que quantidade não quer dizer qualidade.
Mas aí! Cá estou eu... Sentado com minha bunda magrela sobre a tradicional cadeira de madeira... Sem um pingo de inspiração pra falar sobre qualquer coisa senão meus textos antigos.
Um texto sobre textos... Que lindo!
Isso sem contar os cadernos! Todos os manuscritos que estão meio que desaparecendo por causa do antigo costume de só utilizar lápis e lapiseira. Lá se vão as letras esgarranchadas...
Não que minha caligrafia seja feia. Há quem diga que parece letra de mulher, seja lá o que isso quer dizer. Mas o fato é que eu escrevia até dentro do ônibus.
Enfim!
Digo tudo isso apenas pra concluir com...
Caraca, véi... Como é tenso hoje em dia manter a maldita da disciplina de escrever pelo menos uma coisinha sequer todo dia!
Não sei nem o que dizer.
Talvez a minha vontade de contar histórias tenha simplesmente morrido ou coisa do tipo.
Mas... Fazer o que? Desistir é que não vou ne...
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
私は日本語がわからない
Ouvindo: A mesma musica de ontem
Lendo: Janelinhas do msn
Fazendo: Treinando um pouco de violão e sentindo sono
Comendo: Nada... Comi biscoito com geléia de “janta”, pelo menos até meus pais chegarem trazendo, quem sabe, algo melhor...
Bebendo: Água tônica *-*
Hoje o meu dia foi absolutamenteeeeeee... Corriqueiro.
A única coisa que poderia ser considerada fora do comum, pelo menos pra muitas pessoas, aconteceu logo pela manhã. “Coincidentemente” minha família inteira acordou e levantou um pouco atrasada hoje.
Por que será? Da parte deles eu não sei, mas eu passei a noite em guerra. Pelo menos foi o que sonhei e seja lá por qual tenha sido o motivo acabei acordando cansado.
Segui meu rumo para mais um maravilhoso dia da quest... A aula de hoje? Continuação de primeiros socorros. Eu não teria evitado mesmo se conseguisse... Caí num sono intenso a ponto de quase babar na carteira e até sonhei de novo! Mas não lembro com o que...
Voltei pra casa e almocei... Gravei um cd... Dei um oi pra amore... E lá fui eu de novo trabalhar.
Foi um dia calmo e na volta, mais uma vez sem crédito no cartão, tive que passar no banco e depois pegar fila pra recarregar. Peguei o caminho mais longo e menos cheio de gente, sempre lendo ou tendo idéias pra uma história mirabolante que provavelmente nunca escreverei...
Agora a pouco no msn estava falando com um amigo da época do japonês no Kumon. Uma daquelas pessoas que não importa quanto tempo se passe sem que haja uma conversa, as coisas não mudam. E ele disse que leu aqui! XD
Há! Fiquei surpreso e contente.
Papeamos a respeito das mudanças de nossas vidas desde a ultima vez em que nos encontramos... Devo ter uma foto aqui em algum lugar...
*Caçando nos backups malignos*
| Nossa sensei ao centro! _o/ |
Durante cinco anos eu cursei a língua japonesa no Kumon sob a tutela da sensei Keiko e em companhia de meu irmão e amigos como o Alex. Nunca cheguei a por a língua realmente em prática ou utilizá-la para propósitos rentáveis... O que pode acabar passando a idéia de que a coisa toda não passou de desperdício de tempo e dinheiro...
Mas não... Com certeza não...
![]() |
| Concurso de oratória... ひどい... |
Aprendi nuances de uma cultura muito diferente da nossa e assimilei parte disso em minha forma de agir... Claro, do jeitinho Moon Ghost. XD E claro que infelizmente não me tornei tão disciplinado quanto seria o ideal nesse curso... Nem tão disciplinado quanto eu gostaria... Mas ainda assim minha forma de lidar com situações mudou de um jeito que só agora consigo reconhecer...
![]() |
| Muitos anos atrás... Olha o Tora! |
Mas hoje em dia consegui, mesmo depois de anos sem estudar, passar no quarto nível (o mais baixo) de proficiência em japonês e consigo compreender partes de diálogos na língua, por mais que eu não consiga dialogar. Claro que considero isso pouco para 5 anos de curso... Mas é mais do que eu esperava para tanto tempo sem praticar.
Minha vaga e recorrente vontade de visitar o Japão não existe mais. Não era um sonho... Eu nunca tive sonhos... Mas provavelmente ainda terminarei a tarefa.
...Adiar? Talvez... Desistir? Nunca...
Abraços! Comentem.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Parkour: O Retorno...
Ouvindo: Hoje não quero contar as músicas que estou ouvindo
Lendo: Janelinhas do msn, pra variar e o blog da Mami Usa, Saindo da Lata
Fazendo: Sentindo cansaço e sono, mas olhando pro céu...
Luzes apagadas e meu quarto escuro. No céu a lua brilhando, grande e branca, cheia, por trás das nuvens de chuva que passam sopradas pelo vento. Lembra um filme do Drácula e volta e meia me curvo para trás para poder olhar mais uma vez através da janela.
Coisa da minha cabeça ou não, desde pequeno eu sempre me senti diferente em noites assim. Tenho vontade, apesar do cansaço, de ficar acordado e sair. E sinto saudades de coisas remotas... Lembro de fragmentos nunca vividos... Sonhos, talvez? Quem sabe...
...Eu nunca sei... Nunca soube... E provavelmente nunca saberei.
Era uma rua conhecida...
Eu estava conversando com meu primo Oni a respeito de alguma coisa quando de repente um carro começou a se aproximar devagar.
Olhei imediatamente, pressentindo o perigo que se aproximava. Das janelas do carro surgiram homens armados que começaram a disparar contra um terceiro que estava encostado no poste próximo. Tanto o alvo quanto os atiradores eram bolivianos.
Puxei meu primo para o chão, se é que se pode chamar aquilo de puxar, enquanto os tiros não paravam de sair.
Eu ria da situação e fazia piada, apesar do Oni não parecer achar graça nenhuma. Para nosso infortúnio os homens decidiram descer do carro, outro grupo de homens estacionou não muito longe e mais um tiroteio começou entre eles.
Comecei a me preocupar com meu primo, temendo que ele fosse atingido, já que eu, obviamente, poderia me regenerar fácil de um tiro daqueles.
Decidi levantar e matar todo mundo logo de uma vez... Mas antes que pudesse fazer isso minha mãe veio me acordar pra perguntar se eu iria precisar do cartão de vale hoje.
Como pode? Será que ela não fazia idéia da gravidade da situação do outro lado? Respondi duas vezes que não balançando vagarosamente a cabeça, me prendendo ao sonho com afinco, mas ela tornou a perguntar e perguntar até que eu finalmente tivesse que abrir a minha boca e dar uma resposta mal educada.
Pronto! Estava feito... Lá se foi... Perdi o sonho... Fazer o que? Meu primo ia ter de se virar sozinho...
Voltei a dormir e não muito tempo mais tarde o som dos dois despertadores em sinfonia me acordaram. O celular e o radio relógio barulhento, presente que ganhei de aniversário de minha mãe há alguns anos e que hoje em dia, volta e meia, ela vive querendo jogar fora.
Desliguei os aparelhos três vezes antes de finalmente levantar e...
“Mas que merda é essa na minha janela?” foi meu primeiro pensamento matinal.
Tratava-se do pintor que está trabalhando aqui em casa. Através de uma escada no quintal ele subiu até minha janela e a estava envernizando...
“Dia” – disse ele.
“Whatahell” – disse eu. – “Dia.”
Levantei, tomei banho, computador ligado desde a noite anterior. Falei com a minha linda namorida no gtalk e não muito tempo depois lá fui eu para a continuação da Quest da Carta de Motorista. Dessa vez lendo Harry Potter e a Ordem da Fenix, que por sinal está na metade e começo a considerar real a necessidade de ter pegado mais um livro com a amore.
Mas... Parte de hoje? Exame médico e psicotécnico... E marcação das aulas...
Cheguei na NPC do lugar e entreguei o papel da escola... Lá fui eu pra sala do exame de lógica e atenção concentrada, guiado por outra NPC... Em seguida, a avaliação médica... Outra NPC... Quase reprovei (mentira) por que minha pressão é muito baixa. O aparelhinho não conseguiu captar...
Próximo passo... Exame psicológico, huhuhuhu. Outra NPC...
Confesso que até entendo a necessidade do teste de lógica, atenção concentrada e exame médico... Mas desde a invenção do Google, como garantir que os testes psicológicos terão alguma validade? Riscar o papelzinho e pans...
Desde que você saiba as possíveis respostas e avaliações, não é complicado treinar a fim de manipular o teste e apresentar o resultado desejado.
Mas... Bem... De qualquer forma, quem é que perderia seu tempo com isso?
Depois de usar o cheat code na NPC psicóloga cobaia humana e concluir o óbvio quanto à fragilidade do teste, peguei mais um protocolo e lá fui eu marcar as aulas.
Passei o resto do tempo modelando mais um folder, dessa vez o de Drenagem Linfática, até dar a hora de ir para a minha primeira aula de Parkour depois das férias.
...E que aula...
Primeiro eu peguei um ônibus até o Parque Dom Pedro, mas como a aula seria na Vergueiro decidi realizar o resto do trajeto andando/correndo.
Mais correndo que andando, pra ser sincero, já que há uma penalidade para os atrasos e eu não estava lá muito na pegada de começar a primeira aula pagando flexão. Parei somente pra comprar dois pacotes de biscoito e uma garrafa de água. E como fiz bem em fazer isso...
A principio todos alegres, rindo e falando durante os exercícios... Mas logo o treino assumiu tal intensidade que no lugar das piadinhas ouviam-se apenas gemidos de dor e esforço. Suor pingando da testa e colando na camiseta, carinhosamente apelidada “armadura”.
A grande satisfação do dia, além do treino pra lá de puxado, foi ter conseguido realizar um precision numa distância consideravelmente grande, sem errar. Precision é um salto a distância que objetiva cair exatamente em certo ponto e parar. Como se você fosse pular de uma plataforma a outra e não pudesse errar, por exemplo.
Terminada a aula, hora de voltar. Mesmo com o corpo pedindo arrego cheguei a conclusão de que valia a pena ir até o Pq. Dom Pedro novamente... E lá fui eu, a pé... Pelo menos pra descer correndo é mais sussa...
Agora estou aqui... Cansado e resistindo ao sono apenas um pouco mais...
...Me pergunto que tipo de sonhos essa lua me trará.
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